A farsa de ACM Neto: quando o oportunismo político tenta manchar a Bahia com mentiras
- 21/02/2026
"A cada esquina da política baiana, ACM Neto insiste em representar o mesmo papel: o de arauto do caos, o profeta da desgraça que vive a repetir como um disco riscado que 'não existe mais dia, hora ou lugar de paz na Bahia'", dispara o deputado estadual Marcelino Galo (PT).
Dessa vez, o palco escolhido foi Xique-Xique, cidade do interior que neste sábado (21) viveu um rápido tiroteio em que a polícia encurralou bandidos, prendeu um dos suspeitos e apreendeu arma e droga. O episódio virou combustível para sua verborragia oposicionista. Mas como de costume, a realidade insiste em desmontar o teatro montado pelo ex-prefeito de Salvador.
Enquanto ACM Neto se debruçava sobre vídeos de WhatsApp, fingindo indignação seletiva, a Polícia Militar da Bahia já estava em campo, fazendo exatamente o que ele finge não ver: combatendo o crime organizado com ações concretas e prisão dos suspeitos, não com discursos de varanda.
*Relembre outra farsa de ACM Neto em novembro de 2025*
No exato momento em que o vice-presidente nacional do União Brasil disparava contra o governo estadual, as forças de segurança baianas realizavam uma operação de grande impacto na região de Pedra do Cavalo, abrangendo Cachoeira, São Félix e Muritiba, no Recôncavo. Era 11 de novembro de 2025, quando se iniciava a operação policial. Enquanto Neto postava críticas, a polícia prendia suspeitos e apreendia armamento pesado.
O governador Jerônimo Rodrigues, com a frieza dos fatos, expôs a fragilidade do discurso oposicionista: "Ele foi para as redes sociais quando já tinha uma operação da polícia enfrentando o crime organizado. Ele estava atrasado, acho que alguém não avisou a ele. Ficou na varanda, alguém deu um celular lá e ele quer fazer um vídeo" .
Para Marcelino Galo, "A ironia é cortante. Enquanto Neto posava de estadista, a polícia trabalhava. Enquanto ele explorava a dor alheia, os agentes de segurança arriscavam suas vidas". E no dia seguinte, a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) apresentava os resultados: integrantes de facção presos, armas retiradas de circulação, drogas apreendidas .
*O discurso da varanda e a ausência de propostas*
ACM Neto construiu sua narrativa sobre a violência na Bahia com base em um expediente raso: pegar episódios isolados, generalizá-los e atribuir ao governo do PT uma suposta conivência com o crime. Chegou ao absurdo de espalhar a mentira de que Jerônimo Rodrigues teria dito que "trataria criminosos com carinho" – uma declaração que nunca existiu, a não ser na imaginação fértil do ex-prefeito .
"O ex-prefeito de Salvador estava com vídeo essa semana dizendo que eu quero tratar criminoso com carinho. Eu falei isso? Onde eu falei? Isso é fake, é mentira", rebateu o governador .
Galo crava que "O problema de ACM Neto não é apenas a mentira. É a esterilidade de seu discurso. Ele crítica, aponta, acusa, mas nunca apresenta uma solução, nunca propõe um caminho". Para o parlamentar, a atuação de Neto se resume a gravar vídeos na varanda de casa, munido de celular alheio, enquanto a polícia está na rua, no enfrentamento direto com o crime organizado.
"Não há proposta para a saúde. Não há ideia nova para a educação. Não há projeto para gerar emprego . Há apenas a repetição obsessiva do verbo "criticar", como se isso, por si só, fosse governo", sentencia Marcelino Galo.
O parlamentar diz ainda que ao tentar vender a imagem de uma Bahia entregue ao caos, ACM Neto esquece um detalhe constrangedor: a polícia age, prende e combate o crime. "E age com a mesma desfaçatez apesar da falta de apoio do governo federal em anos anteriores, apesar do desmonte das políticas de segurança durante o período bolsonarista que Neto tanto apoiou quando era conveniente como agora flerta com a extrema-direita", ironiza Galo.
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